Galeria de imagens > Neurônios (6)
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Célula de Purkinje
Célula de Purkinje e toda sua arborização dendrítica visível em verde por produzir GFP (green fluorescent protein). A manipulação e o uso de proteínas fluorescentes (produzidas naturalmente por animais como águas-marinhas, e hoje também artificialmente em laboratório) para visualizar células rendeu a Roger Tsien, Osamu Shimomura e Martin Shalfie o prêmio Nobel de 2008.
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Hipocampo do rato
Neurônios em cultura primária de hipocampo de rato (ou seja, crescendo em cultura a partir de um pequeno pedaço do hipocampo). Fotomicrografia de Paul Cuddon, Image of Distinction no Nikon Small World, 2005.
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Neurônio piramidal do córtex auditivo
Foto por contraste de Nomarski de neurônios piramidais do córtex auditivo. O dendrito apical, ramificado, é bem visível. Imagem de Jeffery Mellot, 2007 Olympus Bioscapes Contest, Menção Honrosa.
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Célula de Purkinje
Este é talvez o maior neurônio do encéfalo. Aqui, o ramo principal de seu dendrito está visível em vermelho. Foto de Francisco Capani, Image of Distinction no 2005 Nikon Small World.
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Quase-neurônios
Esses são "neurônios honorários": células de feocromocitoma de rato em processo de diferenciação em cultura. O citoesqueleto (actina e tubulina) das células e seus núcleos estão visíveis após marcação com anticorpos. Imagem de Torsten Wittmann, menção honrosa no Olympus Bioscapes Contest de 2004.
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Células estereociliadas da cóclea
Outros quase-neurônios: células estereociliadas da cóclea, que transduzem sons (que movimentam os estereocílios em sua superfície) em sinais elétricos e neurotransmissores para os neurônios do gânglio espiral da cóclea. Om outras palavras, são células como estas, em seu ouvido, que lhe permitem detectar sons. Foto de Sonja Pyott, 4o lugar no Olympus Bioscapes Contest de 2007.
